Onde guardar dinheiro: conheça as 8 opções mais seguras

Onde guardar dinheiro: conheça as 8 opções mais seguras

Onde guardar dinheiro é um questionamento para quem já entendeu que poupar é um ótimo hábito. Sabendo isso, podemos contar com uma reserva de emergência para momentos de aperto, fazer compras de valor mais alto, conquistar nossos sonhos e alcançar nossa independência financeira.

Mais do que ter a consciência de que é preciso guardar, é preciso saber onde fazer isso, uma vez que é importante fazer o dinheiro render. E mais: se fosse para guardar por guardar, o bom e velho colchão serviria, não é mesmo?

Essa é a reflexão que nos fez montar este texto. Se você está entre os que ainda têm dúvidas sobre quando, onde e como guardar dinheiro, esta leitura vai ajudar. Continue lendo para ver uma série de opções, suas vantagens e desvantagens!
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Guardar dinheiro ou investir: a importância do propósito

Precisamos pontuar: saber quando poupar e quando investir dinheiro é uma parte fundamental no esforço de geração de riqueza. Muita gente, no entanto, confunde poupar com investir. Essas palavras, apesar de estarem intimamente ligadas, não são sinônimos.

Basicamente, poupar dinheiro é guardá-lo de forma regular. Você gasta menos dinheiro do que ganha e guarda o que sobra, um hábito que deve ser uma parte automática do seu orçamento mensal. Lembre-se: não existe ninguém que tenha sucesso financeiro sem poupar.

O investimento dá um passo adiante e coloca o dinheiro no mercado para que ele tenha rendimento. Os investidores compram ações, títulos, fundos ou outros veículos de investimento. É isso que faz multiplicar seus recursos financeiros em curto, médio e longo prazo.

Logo, se você quer ver seu dinheiro crescer, é preciso ir além do hábito de poupar e passar a investi-lo com estratégia!

Outro ponto importante: a maioria das pessoas não guarda e nem investe unicamente por falta de visão estratégica. E qual é o cerne de uma estratégia? É o propósito, o objetivo que precisa ser alcançado e que, para tal, requer uma série de atitudes e ações.

Uma maneira inteligente de criar e perseguir um propósito é dividi-lo em várias partes, transformando-o em etapas a serem alcançadas.

Por exemplo, se você quer juntar 100 mil reais para comprar um bem, que tal dividi-lo em 4 metas de 25 mil reais? Isso vai facilitar a visualização da realização, encurtar os prazos e tornar as ações menos “assustadoras”. O objetivo da compra do bem está lá, mas vencer etapa por etapa vai motivar mais, especialmente quando elas forem alcançadas uma a uma.

Onde guardar dinheiro: 8 maneiras muito seguras

Agora que já refletimos sobre a importância de poupar e reforçamos a ideia do propósito, chegou a hora de vermos maneiras de fazer isso.

No vídeo que segue, confira alguns highlights sobre maneiras de guardar dinheiro que podem ser úteis dentro da sua estratégia financeira. Em seguida, leia um detalhamento maior dessas dicas.

1. Cofre

Muita gente guarda suas moedinhas ou até mesmo notas de valor mais alto em um cofre em casa. Por um lado, esse método oferece a vantagem de deixar o dinheiro sempre disponível. Por outro, há alguns problemas consideráveis.

Em primeiro lugar, o dinheiro guardado em um cofre não rende, diferentemente do que acontece em aplicações financeiras. Por causa da inflação e de seus efeitos, podemos dizer que essa quantia está perdendo valor mês a mês.

Além disso, há a questão da segurança. O dinheiro guardado em casa está sujeito a roubos e furtos. E não é só a violência que pode comprometer esse “pé de meia”: incêndios, inundações e o próprio desgaste podem danificar as notas. É melhor procurar um banco para guardar suas economias.

2. Poupança

A poupança é a primeira coisa que vem à cabeça da maioria dos brasileiros quando a pergunta é onde guardar dinheiro com segurança. Ela é um investimento bem simples: basta depositar qualquer quantia em uma conta desse tipo que o dinheiro receberá juros a cada 30 dias.

Por um lado, muito provavelmente sua conta-corrente tem uma conta-poupança atrelada a ela e permite transferências entre as duas sem tarifas ou custos.

Por outro lado, é um dos investimentos com pior rentabilidade — em anos recentes, chegou até mesmo a pagar juros menores que a inflação, o que significa que guardar dinheiro na poupança fez com que ele perdesse seu valor.

O fato de os juros caírem na conta somente a cada 30 dias também é uma desvantagem: se você precisar sacar antes de um mês, não receberá nenhuma remuneração pelo período em que o dinheiro ficou parado. Há opções melhores, sobre as quais falaremos a seguir.

3. Fundo de investimento

Fundos de investimento são uma forma bastante simples e prática de poupar. Eles reúnem uma série de investidores interessados em unir recursos para investir em diferentes ativos, sempre sob a supervisão de um gestor especializado.

Em outras palavras, eles funcionam como um intermediário: você aplica uma quantia, e os gestores do fundo se encarregam de usar o dinheiro para comprar ativos financeiros e obter rendimentos. No caso de fundos de renda fixa, os profissionais investem em títulos de crédito públicos e privados que pagam juros.

Os investidores de um fundo de investimento são chamados de cotistas, já que todo o dinheiro investido é convertido em cotas. O rendimento obtido será dividido proporcionalmente ao número de cotas de cada participante. No entanto, tal comodidade tem um custo: a chamada taxa de administração. Ela é expressa na forma de uma porcentagem anual e descontada diariamente.

Na prática, quanto maior a taxa de administração, menor o rendimento do fundo de renda fixa. Grandes bancos costumam cobrar caro por seus fundos, entre 2% e 4% ao ano, o que faz com que muitos deles rendam menos que a poupança. É possível encontrar opções mais vantajosas em corretoras de valores independentes.

Existem diversas categorias de fundos de investimento, que são classificadas de acordo com o ativo predominante na carteira do fundo. É possível, por exemplo, escolher um fundo de renda fixa, no qual pelo menos 80% dos recursos disponíveis são aplicados em opções de renda fixa, como títulos do Tesouro Direto, CDBs (Certificado de Depósito Bancário) ou mesmo em cotas de outros fundos.

Já um fundo de ações, por sua vez, deve investir ao menos 67% do dinheiro disponível em ações negociadas na bolsa de valores ou ainda em cotas de outros fundos de ações. Isso faz dele uma opção mais arriscada, já que a volatilidade das ações costuma ser maior que a renda fixa.

O investimento em fundos de renda fixa paga impostos semestralmente. A alíquota de (Imposto de Renda) sobre o lucro é de 15% para fundos com carteira de longa duração e 20% para curta duração — essas informações constam na documentação do fundo.

Também há uma cobrança de Imposto de Renda complementar em resgates feitos em menos de dois anos. Saques realizados antes de o investimento completar um mês também pagam IOF.

Em resumo, para colocar seu dinheiro com segurança em um fundo de investimento, é fundamental conhecer o histórico da gestão, as regras de administração (incluindo os prazos do investimento e as possibilidades de resgate antecipado) e as taxas e tributos cobrados. No fim, é preciso ver se as contas fecham e se a rentabilidade obtida compensa.

4. Tesouro Direto

Uma parte considerável dos fundos de renda fixa investe a maior parte de seu patrimônio em títulos da dívida pública. Então, por que não dispensar a intermediação e os custos e comprar você mesmo esses papéis? Isso é possível por meio da plataforma do Tesouro Direto.

A principal vantagem está nos custos. Enquanto fundos cobram até 4% ao ano de taxa de administração, muitas corretoras praticam taxa zero no Tesouro Direto, e a taxa paga à B3 (Bolsa de Valores de São Paulo, que fica responsável pela custódia dos títulos) é de apenas 0,3% ao ano. Esse investimento também é bastante acessível: o mínimo para aplicar é de R$ 30.

Por outro lado, o funcionamento do Tesouro Direto é mais complexo que uma poupança ou um fundo de renda fixa, pois há diferentes tipos de títulos disponíveis para venda.

O mais simples deles atende pelo nome de Tesouro Selic. Ele é corrigido todos os dias pela taxa de juros básica vigente, a Selic, o que garante um pequeno rendimento todos os dias úteis, mas consideravelmente superior à poupança.

Há, também, papéis atrelados à inflação e com juros prefixados, com e sem opção de pagamento de juros semestrais.

Entretanto, esses títulos podem apresentar variações de preço no curto prazo, incluindo aí rentabilidades negativas. Por isso, são indicados apenas para quem pretende guardar dinheiro para horizontes mais distantes.

O investimento em Tesouro Direto está sujeito à incidência de Imposto de Renda. A alíquota incide sobre o rendimento da aplicação e varia entre 22,5%, para resgates feitos em menos de 6 meses, a 15%, para aplicações com mais de 2 anos.

Saques realizados em períodos menores que 30 dias também pagam IOF. Para investir, é preciso ter conta em uma corretora de valores, empresa financeira habilitada a operar na bolsa de valores com a compra e venda de títulos.

5. CDB

Uma opção aos títulos públicos são os títulos privados, emitidos por bancos e financeiras para captar dinheiro e oferecer crédito a seus clientes.

Um dos mais famosos são os já citados CDBs. Ao investir em CDB, você empresta aquela quantia para a empresa, que se compromete a pagá-la com juros em um prazo determinado.

Há CDBs que oferecem a chamada liquidez diária, nome dado à possibilidade de pedir o resgate a qualquer momento, o que torna esse investimento interessante para fazer uma reserva de emergência.

Também há títulos cuja liquidez se dá apenas no vencimento, ou seja, não é permitido solicitar o resgate antes de um prazo fechado. A vantagem dessa segunda possibilidade é uma rentabilidade maior.

Por falar em rentabilidade, vale dizer que ela é, no geral, expressa como uma porcentagem do CDI, taxa de juros que acompanha bem de perto a Selic. CDBs dos maiores bancos comerciais dificilmente pagam mais que 80% do CDI — em alguns casos, isso significa rendimento menor que o da poupança.

Já bancos pequenos e médios oferecem até mais de 100% do CDI. Apesar do maior risco de crédito (possibilidade de calote) dessas empresas, existe a proteção do Fundo Garantidor de Créditos, que cobre investimentos de até R$ 250 mil por CPF em cada instituição. O investimento inicial costuma ser mediano, entre R$ 500 e R$ 1 mil. A tributação é a mesma do Tesouro Direto.

6. LCI e LCA

A Letra de Crédito Imobiliário (LCI) e a Letra de Crédito do Agronegócio (LCA) são opções parecidas com o CDB para guardar dinheiro, mas com uma diferença. Os recursos captados pela instituição financeira só podem ser empregados em créditos nesses dois setores da economia.

Para o investidor, isso significa uma vantagem tributária: tanto LCI quanto LCA são isentos de cobrança de Imposto de Renda, o que pode garantir rendimentos líquidos maiores.

Por outro lado, a quantia exigida para investir costuma ser bastante elevada, e são raros os títulos com liquidez diária. Além disso, há uma carência mínima de 90 dias para efetuar o resgate.

7. Previdência privada

previdência privada é um ótimo instrumento para guardar dinheiro com segurança, visando o longo prazo. Você pode investir de uma só vez, esporádica ou mensalmente. Os recursos poupados serão investidos em fundos que aplicam em renda fixa e ações, buscando uma boa rentabilidade ao longo dos anos.

A principal vantagem da previdência privada é em relação aos impostos. Há planos que permitem descontar o valor investido na declaração anual de ajuste do Imposto de Renda, o que pode significar uma economia considerável na mordida do Leão.

Além disso, dependendo do regime de tributação escolhido, é possível pagar menos impostos ou até mesmo ficar completamente isento na hora do resgate. Por fim, a previdência privada dá a opção de investir todos os meses de maneira programada, o que ajuda a ter disciplina na hora de poupar.

8. Letras de Câmbio

Em geral menos conhecidas, as Letras de Câmbio (LC) não têm relação com a negociação de moedas estrangeiras, ao contrário do que o nome pode indicar. Na verdade, elas estão mais próximas dos CDBs.

Ou seja, na prática, uma LC funciona como uma espécie de empréstimo para uma instituição financeira interessada em captar recursos. A única diferença significativa para outras aplicações de renda fixa emitidas por entes privados é de que o dinheiro arrecadado nessa modalidade é destinado para a concessão de financiamentos.

Uma LC pode ter tanto rendimento prefixado quanto pós-fixado. Na hora de investir, é necessário ficar atento aos valores mínimos exigidos por cada instituição financeira, bem como para o prazo de vencimento do investimento.

É comum que esses ativos visem o médio e longo prazo, com períodos que variam, em média, de 6 meses até 5 anos. Logo, quem vislumbra um objetivo de curto prazo ou pode precisar do dinheiro a qualquer momento deve focar sua atenção em outras opções.

A melhor escolha: como avaliar onde guardar seu dinheiro

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Diante dessas oito dicas, você deve estar se perguntando: qual é a melhor opção para mim? Confira, a seguir, algumas dicas para fazer essa avaliação de acordo com os seus propósitos e a sua realidade.

Melhore sua educação financeira

Não existe uma boa escolha sem conhecimento. Você precisa estudar mais a fundo os “segredos” dos investimentos (riscos, prazos, taxas de liquidez etc.). E a boa notícia é que conteúdo de qualidade sobre esse tema não falta na internet. Aqui mesmo, no blog, temos muitos materiais em texto, áudio e vídeo. Aproveite!

Não tire seu propósito do horizonte

Conforme já pontuamos, é preciso ter um propósito para guardar e investir seu dinheiro. Na hora de avaliar a melhor opção para poupar, lembre-se disso. Assim você poderá, por exemplo, saber se pode guardar em um meio que dê rendimentos de curto, médio ou longo prazo e poderá fazer o balanço dos riscos envolvidos em um investimento.

Busque ajuda especializada

Como tudo, é sempre bom conversar com quem entende de finanças em profundidade. Busque se conectar a um analista, economista ou outros profissionais que trabalham com o mercado financeiro.

Há hoje no mercado excelentes consultores que prestam serviço de assessoria, e eles ajudam desde o planejamento financeiro pessoal até a execução de investimentos mais ousados.

5 erros que devem ser evitados na hora de investir

Não podemos esquecer, no entanto, que guardar dinheiro requer bastante disciplina. Isso porque exige esforço para driblar o hábito do prazer imediato do consumo, algo tão forte em nossa sociedade atual.

Você precisa vencer uma verdadeira cultura de não poupar, que está bastante enraizada na sociedade brasileira — um estudo da Unicamp mostra que 80% dos brasileiros não têm o hábito de guardar dinheiro. Além disso, há uma série de erros que são bem frequentes e prejudicam o planejamento de qualquer um que quer poupar e investir.

Para ajudar você a evitar esses escorregões, mostramos a seguir os deslizes mais comuns.

1. Investir sem ter um objetivo

Você não acha estranho sair de casa sem saber aonde ir exatamente? Ficar vagando por aí não é nada legal, não é mesmo? Tal raciocínio deve ser estendido na hora em que for necessário decidir onde investir seu dinheiro guardado a tanto custo.

Não ter uma meta ou mais metas estabelecidas pode tornar tal decisão a respeito do dinheiro mais difícil. Afinal de contas, guardar e dinheiro não devem ser um fim em si.

Para ter sucesso na definição dos seus objetivos, considere que eles devem ser palpáveis. Ficar rico, por exemplo, é uma vontade legítima, mas difícil de mensurar. Pense por um segundo quanto dinheiro uma pessoa deve ter para ser considerada rica. Difícil, não é mesmo?

Assim, foque metas como a formação de uma reserva de emergência, o pagamento da faculdade dos filhos ou mesmo garantir uma renda satisfatória para a aposentadoria.

2. Não conhecer seu perfil de investidor

Se você quer guardar dinheiro, não faça nenhum investimento sem conhecer seu perfil de investidor. Em linhas gerais, esses perfis reúnem as características básicas de diferentes comportamentos possíveis na hora de aplicar.

A composição do perfil de investidor leva em conta o momento de vida, os objetivos e, sobretudo, a tolerância da pessoa aos riscos e às perdas. Quanto maior essa margem, mais arrojado o investidor. No sentido oposto, quanto menos tolerante ele for, mais conservador será o seu perfil.

Responder a alguns questionários ajuda a identificar em qual perfil você se enquadra. É normal, inclusive, que instituições financeiras apliquem esses formulários com os novos clientes, para indicar a eles investimentos condizentes com suas características.

3. Considerar que os investimentos são apostas

Investimentos não são apostas e nem devem ser vistos como formas milagrosas de ganhar dinheiro. Manter essa ideia em mente abre espaço para frustrações e, em última instância, favorece a crença em promessas que são boas demais para serem verdade. Ou seja, desconfie sempre de investimentos que se vendem como infalíveis.

4. Ignorar a importância da diversificação

Já ouviu aquela velha frase e que não se deve nunca “colocar todos os ovos na mesma cesta”? Ela funciona com perfeição para quem vai investir.

Dessa forma, é sempre importante considerar a diversificação como uma regra chave na hora de aplicar o dinheiro guardado. De acordo com esse princípio, nunca é bom negócio colocar todos os recursos apenas em opções de renda variável, por exemplo.

Por se tratar quase sempre de opções mais voláteis, elas expõem o investidor a um maior risco de perdas, diferentemente do que acontece com a maioria das opções de renda fixa.

Ao distribuir o dinheiro por diferentes aplicações, o investidor está mais protegido de eventuais problemas, já que as perdas serão diluídas e até mesmo compensadas com os ganhos obtidos com outras aplicações, principalmente no longo prazo.

5. Não levar em conta o risco de cada aplicação

Por menor que ele seja, todo investimento tem um risco, de diferentes naturezas. Não considerar isso também é um erro básico, mesmo entre investidores um pouco mais experientes. Por outro lado, isso não ignora o fato de existirem investimentos mais ou menos arriscados.

Como regra, vale ter em mente que quanto maior a possibilidade de retorno, maiores os riscos. Entender essa relação entre risco e retorno ajuda o investidor a fazer escolhas mais precisas e evita que ele corra riscos desnecessários, considerando sempre o seu perfil de investidor.

Superada a falta de costume de poupar, conhecendo quais os erros mais comuns a serem evitados e decidindo onde guardar dinheiro e investir, você vai ver que os investimentos ficam mais fáceis de serem realizados. Com isso, um novo hábito se desenha.

Felizmente, há uma série de opções de como guardar dinheiro com segurança, cada uma com diferentes finalidades: algumas são mais para quem foca no curto prazo, outras se adequam mais àqueles que querem obter rendimentos no médio e longo prazo.

De qualquer forma, encontrar aplicações financeiras que oferecem boa rentabilidade ajuda você alcançar seus objetivos e garantir sua independência financeira.

Essa era a reflexão que queríamos trazer neste artigo. Como investir depende bastante do conhecimento, continue aprendendo com os conteúdos aqui do blog. Para isso, que tal esse artigo que serve como um dicionário listando os principais termos relativos aos investimentos?

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